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By Ferramentas Blog

VOCAÇÃO

Já pensou alguma vez que você é chamado a se comprometer com o Reino de Deus aqui na terra? Já pensou em comprometer-se com o próximo de algum jeito particular? Já pensou que esse jeito pode ser o
do Carmelo?


terça-feira, 17 de janeiro de 2017

ENCONTRO DAS ASSOCIAÇÕES

Nos dia 12 a 14 de janeiro os Conselhos das Associações dos Carmelos do Brasil estiveram reunidas na cidade de São Roque São Paulo. Foi um encontro para crescer no conhecimento e fraternidade entre as Associações e para ter um diálogo com o Padre Geral dos Carmelitas Pe. Savério Canistrá que estava presente na casa de retiros dos padres Carmelitas da província do Sudeste que estavam de Capítulo provincial. Foi um momento rico de partilha, de fraternidade e aprendizado, onde ficou programado novas oportunidades de encontros no próximo ano.
Partilhamos um pouco deste momento de graças por meio de algumas fotos.













sábado, 7 de janeiro de 2017

HOMILIA DO PAPA SOBRE A EPIFANIA

Resultado de imagem para MENINO JESUS«Onde está o Rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-Lo» (Mt 2, 2).
Com estas palavras, os Magos, que vieram de terras distantes, dão-nos a conhecer o motivo da sua longa caminhada: adorar o Rei recém-nascido. Ver e adorar são duas ações que sobressaem na narração evangélica: vimos uma estrela e queremos adorar.
Estes homens viram uma estrela, que os pôs em movimento. A descoberta de algo inusual, que aconteceu no céu, desencadeou uma série inumerável de acontecimentos. Não era uma estrela que brilhou exclusivamente para eles, nem possuíam um DNA especial para a descobrir. Como justamente reconheceu um Padre da Igreja, os Magos não se puseram a caminho porque tinham visto a estrela, mas viram a estrela porque se tinham posto a caminho (cf. João Crisóstomo). Mantinham o coração fixo no horizonte, podendo assim ver aquilo que lhes mostrava o céu, porque havia neles um desejo que a tal os impelia: estavam abertos a uma novidade.
Resultado de imagem para epifania do senhor 2017Os Magos dão-nos, assim, o retrato da pessoa crente, da pessoa que tem nostalgia de Deus; o retrato de quem sente a falta da sua casa: a pátria celeste. Refletem a imagem de todos os seres humanos que não deixaram, na sua vida, anestesiar o próprio coração.
Esta nostalgia santa de Deus brota no coração crente, porque sabe que o Evangelho não é um acontecimento do passado, mas do presente. A nostalgia santa de Deus permite-nos manter os olhos abertos contra todas as tentativas de restringir e empobrecer a vida. A nostalgia santa de Deus é a memória crente que se rebela contra tantos profetas de desgraça. É esta nostalgia que mantém viva a esperança da comunidade crente que implora, semana após semana, com estas palavras: «Vinde, Senhor Jesus!»
Resultado de imagem para MENINO JESUSEra precisamente esta nostalgia que impelia o velho Simeão a ir ao Templo todos os dias, tendo a certeza de que a sua vida não acabaria sem ter nos braços o Salvador. Foi esta nostalgia que impeliu o filho pródigo a sair duma conduta autodestrutiva e procurar os braços de seu pai. Era esta nostalgia que sentia no seu coração o pastor, quando deixou as noventa e nove ovelhas para ir à procura da que se extraviara. E foi também o que sentiu Maria Madalena na madrugada do Domingo de Páscoa, fazendo-a correr até ao sepulcro e encontrar o seu Mestre ressuscitado. A nostalgia de Deus tira-nos para fora dos nossos recintos deterministas, que nos induzem a pensar que nada pode mudar. A nostalgia de Deus é a disposição que rompe com inertes conformismos, impelindo a empenhar-nos na mudança que anelamos e precisamos. A nostalgia de Deus tem as suas raízes no passado, mas não se detém lá: vai à procura do futuro. Impelido pela sua fé, o crente «nostálgico» vai à procura de Deus, como os Magos, nos lugares mais recônditos da história, pois está seguro, em seu coração, de que lá o espera o seu Senhor. Vai à periferia, à fronteira, aos lugares não evangelizados, para poder encontrar-se com o seu Senhor; e não o faz, seguramente, numa atitude de superioridade, mas como um mendigo que se dirige a alguém aos olhos de quem a Boa Nova é um terreno ainda a explorar.
Resultado de imagem para MENINO JESUSEntretanto no palácio de Herodes que distava poucos quilômetros de Belém, animados de procedimento oposto, não se tinham apercebido do que estava a acontecer. Enquanto os Magos caminhavam, Jerusalém dormia; dormia em conluio com Herodes que, em vez de andar à procura, dormia também. Dormia sob a anestesia duma consciência cauterizada. E ficou perturbado; teve medo. É aquela perturbação que leva a pessoa, à vista da novidade que revoluciona a história, a fechar-se em si mesma, nos seus resultados, nos seus conhecimentos, nos seus sucessos. A perturbação de quem repousa na sua riqueza, incapaz de ver mais além. É a perturbação que nasce no coração de quem quer controlar tudo e todos; uma perturbação própria de quem vive imerso na cultura que impõe vencer a todo o custo, na cultura onde só há espaço para os «vencedores» e a qualquer preço. Uma perturbação que nasce do medo e do temor face àquilo que nos interpela, pondo em risco as nossas seguranças e verdades, o nosso modo de nos apegarmos ao mundo e à vida. E Herodes teve medo, e aquele medo levou-o a procurar segurança no crime: «Necas parvulos corpore, quia te necat timor in corde – matas o corpo das crianças, porque o temor te matou o coração» (São Quodvultdeus, Sermo 2 de Symbolo: PL 40, 655).
Resultado de imagem para epifania do senhor 2017Queremos adorar. Aqueles homens vieram do Oriente para adorar, decididos a fazê-lo no lugar próprio de um rei: no Palácio. Aqui chegaram eles com a sua busca; era o lugar idôneo, porque é próprio de um rei nascer num palácio, ter a sua corte e os seus súditos. É sinal de poder, de êxito, de vida bem-sucedida. E pode-se esperar que o rei seja reverenciado, temido e lisonjeado; mas não necessariamente amado. Estes são os esquemas mundanos, os pequenos ídolos a quem prestamos culto: o culto do poder, da aparência e da superioridade. Ídolos que prometem apenas tristeza e escravidão.
E foi lá precisamente onde começou o caminho mais longo que tiveram de fazer aqueles homens vindos de longe. Lá teve início a ousadia mais difícil e complicada: descobrir que não se encontrava no Palácio aquilo que procuravam, mas estava noutro lugar: e não só geográfico, mas também existencial. Lá não veem a estrela que os levava a descobrir um Deus que quer ser amado, e isto só é possível sob o signo da liberdade e não da tirania; descobrir que o olhar deste Rei desconhecido – mas desejado – não humilha, não escraviza, não aprisiona. Descobrir que o olhar de Deus levanta, perdoa, cura. Descobrir que Deus quis nascer onde não o esperávamos, onde talvez não o quiséssemos; ou onde muitas vezes o negamos. Descobrir que, no olhar de Deus, há lugar para os feridos, os cansados, os maltratados e os abandonados: que a sua força e o seu poder se chamam misericórdia. Como é distante, para alguns, Jerusalém de Belém!
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Herodes não pode adorar, porque não quis nem pôde mudar o seu olhar. Não quis deixar de prestar culto a si mesmo, pensando que tudo começava e terminava nele. Não pôde adorar, porque o seu objetivo era que o adorassem a ele. Nem sequer os sacerdotes puderam adorar, porque sabiam muito, conheciam as profecias, mas não estavam dispostos a caminhar nem a mudar.
Os Magos sentiram nostalgia, não queriam mais as coisas usuais. Estavam habituados, dominados e cansados dos Herodes do seu tempo. Mas lá, em Belém, havia uma promessa de novidade, uma promessa de gratuidade. Lá estava a acontecer algo de novo. Os Magos puderam adorar, porque tiveram a coragem de caminhar e, prostrando-se diante do pequenino, prostrando-se diante do pobre, prostrando-se diante do inerme, prostrando-se diante do insólito e desconhecido Menino de Belém, descobriram a Glória de Deus.

Solenidade da Epifania do Senhor, 06 de janeiro de 2017

EPIFANIA DO SENHOR

Deus não é propriedade de nenhum povo ou religião!
Com os sábios pagãos vindos do oriente, aproximemo-nos da gruta-estábulo de Belém para acolher e reconhecer o rei-servo que nos emancipa e nos faz livres, que nos conduz ao melhor de nós mesmos, que nos leva para fora do estreito círculo dos interesses mesquinhos e dos medos nem sempre disfarçados. Contemplemos a glória de Deus que brilha nas suas criaturas e deixemos aos seus pés nossos melhores dons: o desejo de uma humanidade tecida de infinitos gestos de aproximação e de solidariedade, inclusive entre quem não pertence à mesma religião ou à mesma nação.
Homens de outros pagos e diferentes crenças, os magos chegam a Jerusalém vindos do oriente, guiados por um sinal que brilha no firmamento. Mateus nos diz que eles batem às portas dos chefes políticos e dos líderes religiosos acomodados em Jerusalém e pedem ajuda para decifrar os sinais e descobrir o caminho. Os escribas mostram saber, mas são incapazes de se mover. Herodes fica sabendo das coisas e é assaltado pelo medo de perder o poder. Os magos aprendem e ensinam que Aquele que merece honra e reverência não está nos palácios, nem nas capitais...
Resultado de imagem para epifania do senhor 2017Por mais que o profeta a elogie, Belém está entre as cidades mais insignificantes de Judá. Somente a teimosia e a fé dos pobres podem esperar algo de um lugar tão desprovido de glória. Mas é em direção a Belém que o trio de sábios orientais segue, e é lá que eles encontram a inocente alegria com feições de um menino, deitado numa manjedoura, sob o olhar cuidadoso de uma mãe. Como os magos, sábios estrangeiros e pagãos malvistos, somos chamados a redescobrir nossa fé original em lugares e grupos humanos que tomam distância do terrível vírus do poder que limita a dignidade e a soberania do povo.
O mesmo fato que suscita alegria nos magos provoca também o medo de Herodes. O que motiva a viagem dos sábios pagãos coloca em alerta a capital e a classe dirigente de um pobre país dominado. Mas nada desencoraja estes peregrinos da fé: nem a indiferença dos líderes religiosos, nem o medo do rei submisso ao império, nem o paradoxo da estrebaria. Que prova para uma fé pouco robusta! Mas eles compreenderam que a estrebaria era a morada mais adequada para quem vinha para abater os poderosos e elevar os humildes, para que os últimos fossem os primeiros.
Herodes aconselhara que os buscadores estrangeiros fossem a Belém e voltassem trazendo-lhe preciosas informações. Mas eles caminhavam levando presentes, e não cadernos de anotações... A estrela-sinal cumpre seu papel transitório, mas o sinal de que a humanidade tem um novo líder é o “menino deitado na manjedoura”. Os magos reconhecem a realeza de Jesus Menino e lhe oferecem ouro. Proclamam sua divindade oferecendo-lhe incenso. Mas também prenunciam sua morte, que seria desde cedo tramada nos corredores dos palácios, oferecendo-lhe mirra.

Este é o núcleo da fé que professamos: um Deus que se sente bem assumindo a carne humana e que, por amor, não recusa a cruz. Como é possível que tenhamos nos afastado tão perigosamente disso? Como entender que as igrejas tenham transformado a estrebaria em palácios, os sábios estrangeiros em reis que barram migrantes, os pastores em imperadores? Como é possível que tenhamos “descafeinado” uma fé tão revolucionária, reduzindo-a a uma espécie de analgésico para as dores de uma má consciência? Como foi que conseguimos reduzir a religião a uma atitude privada, sem nenhum efeito social?
Na carta aos Efésios, Paulo fala de um mistério até então desconhecido e finalmente a ele revelado: a notícia alvissareira de que todos os povos e religiões participam da mesma herança do Reino de Deus e são membros do corpo de Cristo em igual dignidade com os judeus. Em nome de Deus, Paulo nega toda superioridade religiosa. Na raiz da nossa fé está esta alegre descoberta da igualdade, sem privilégios. Mas, com essa convicção anunciada aos quatro ventos, Paulo derruba todos os muros que separam e hierarquizam, e, assim, acaba atraindo também a raiva de muitos compatriotas. Em tempos de perigosos fundamentalismos, é absolutamente importante resgatar, a qualquer custo, essa perspectiva cristã!

É a ti que dirigimos nosso olhar, Deus dos humildes, Deus envolto em fraldas, destino e refúgio de todos os que peregrinam nas estradas de um mundo desigual. Dá-nos palavras e sinais que guiem nossos passos inseguros no rumo certo. Não deixes, bom Deus, que tua Igreja se detenha nos palácios, que quase sempre escondem prisões. Ajuda-nos a reconhecer tua presença na Belém de todos os homens e mulheres, e a ver as diversas religiões como diferentes e legítimos caminhos que conduzem ao encontro contigo. E ensina-nos caminhos novos, que nos levem a um mundo novo. Assim seja! Amém!

Itacir Brassiani msf

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

REIS MAGOS

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Após as festividades do Natal, quando comemoramos o nascimento do menino Jesus e, em seguida, iniciamos um novo ciclo de vida com a chegada do ano que se inicia, novamente temos a oportunidade de conhecer e celebrar mais um acontecimento importante entre a comunidade católica: o Dia de Reis!

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A tradição ocorre em 6 de janeiro, quando a igreja relembra os três reis magos que foram guiados pela estrela de Belém até chegarem ao local onde a Virgem Maria e seu marido, José, estavam com seu filho. Eles demoraram cerca de 12 dias.

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Os reis chamavam-se Gaspar, Belchior e Baltazar. Cada um deles, ao adorar Jesus, ofereceu-lhe um presente: incenso, que significava proteção; mirra, espécie de óleo utilizado para fabricação de medicamentos; e ouro, um presente oferecido apenas para a realeza.

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A folia de reis, como é conhecida a festa cultural que marca a data, encerra de um
a vez as festividades natalinas, e é por isso que, normalmente, as árvores de Natal são desmontadas nesta data.
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Mas o exemplo de humildade daqueles que se fizeram menores do que um pobre menino que veio ao mundo em uma simples manjedoura deve, sim, ser seguido por todos os que vivem a vida cristã durante todo o ano!
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Aproveite o momento e faça uma oração aos três reis magos:

Aos pés do Menino Jesus, os Santos Reis
Belchior, Gaspar e Baltazar, sob o olhar carinhoso
De Maria, oferecestes divina graça de Belém, os presentes
Ouro, incenso e mirra. Lembrai por nós a Jesus, todo o nosso
Agradecimento pelas bênçãos recebidas e os nossos pedidos
À contínua misericórdia.
Santos Reis, rogai por nós a Jesus e à Santa Mãe de Deus.
Assis seja,

Amém.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

ENCERRAMENTO DO ANO


Tivemos a missa de encerramento do ano e véspera da
 Solenidade de Maria Mãe de Deus no sábado dia 31. 
Foi presidida pelo Pe. Aluísio. A capela estava lotada. 
No incio da celebração entrou a Pequena Yasmim com
 a imagem do menino Jesus e sua mãe Rosane com a Palavra de Deus.
 Agradecemos a todos que participaram e tornaram nossa celebração bonita e festiva.
 No final da celebração todos foram ao redor do altar onde cantamos o Noite Feliz. 
A todos os amigos e amigas desejamos um ano repleto das bênçãos do céu
 e graça de permanecermos unidos no amor do Senhor.