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By Ferramentas Blog

VOCAÇÃO

Já pensou alguma vez que você é chamado a se comprometer com o Reino de Deus aqui na terra? Já pensou em comprometer-se com o próximo de algum jeito particular? Já pensou que esse jeito pode ser o
do Carmelo?


sábado, 21 de abril de 2018

CELEBRANDO O ANO JUBILAR

Nossa celebração marcando a caminhada do Jubileu de ouro, na terça feira dia 17, rezamos de modo especial com os comunicadores de nossa cidade: Jornalistas, radialistas, pessoas ligadas aos meios de comunicação de nossa cidade. Presidiu a celebração o Padre Adriano Maslowski e animou os cantos o seminarista Gean e comentou o seminarista Leonardo Envall. Algumas crianças da escola Esther Schroder também participaram e no final da celebração cantaram um lindo canto homenageando a todos os presentes de modo especial os profissionais da comunicação. Agradecemos a presença de todos e os que nos acompanharam pelo nosso Face book que transmitiu ao vivo. Algumas fotos do evento.




















4º DOMINGO DA PÁSCOA


As diversas vocações expressam o amor do bom pastor.
Resultado de imagem para Bom PastorA Igreja católica dedica o quarto domingo da páscoa à reflexão e oração pelas vocações. Nesta perspectiva é que recordamos que Jesus, crucificado e ressuscitado, é o pastor bom e exemplar, aquele que oferece livremente sua vida pelo rebanho que ama. É um pastor que não se preocupa com a própria carreira, mas com a vida dos que que sofrem, e até com o destino dos que não fazem parte do seu rebanho. O denominador comum das pessoas chamadas a seguir Jesus e continuar sua missão, qualquer que seja sua vocação, é a compaixão. Mas o Papa adverte: “Não poderemos descobrir o chamado pessoal de Deus se ficarmos fechados em nós mesmos.”
Uma das mais belas imagens que o povo de Israel usou para falar de Deus e da sua relação conosco é a metáfora do pastor. Essa imagem ressalta vários aspectos da relação entre Deus o seu povo: a) Deus é como um pastor porque apascenta e guia seu o povo; b) Ele providencia o que é necessário para a vida do seu povo-rebanho; c) Ele também defende as ovelhas fracas e procura pessoalmente as ovelhas perdidas até encontrá-las; d) Finalmente, Deus trata seu povo-rebanho com ternura e amizade, gratuidade e paciência, e com ele faz aliança especial.
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Ao lado da imagem de Jesus como Mestre, os evangelhos nos apresentam claramente Jesus como o Bom Pastor vislumbrado antecipadamente pelo povo de Israel. Sua vida é uma cotidiana realização do amor pastoral: ele tem compaixão das multidões porque estão cansadas e abatidas, como ovelhas sem pastor (Mt 9,35-36); ele procura as ovelhas dispersas e em situação de risco, como as mulheres, os doentes e pecadores marginalizados (Mt 18,12-14); ele festeja o reencontro, e diz que é maior sua alegria por um marginalizado resgatado que por noventa e nove que se consideram perfeitos (Lc 15,3-7).
No evangelho de hoje, apresentando-nos Jesus como bom pastor, João tem presente sua vida e suas ações concretas. Jesus é bom e excelente como o vinho abundante servido nas bodas de Caná. Ele é bom e porque não é mercenário: não foge nem esmorece diante das perseguições, mas arrisca sua vida para que os mais fracos tenham plenas condições de vida. Mas ele é o Pastor bom e excelente também porque estabelece um relacionamento próximo e personalizado com seu povo, bem diferente de um herói ou benfeitor distante, incapaz de se misturar com as pessoas comuns.
Resultado de imagem para Bom PastorJesus é o Bom Pastor porque conhece cada pessoa pelo nome, por mais simples que seja. Ele ouve seus clamores e conhece seus sofrimentos, desce para defendê-las e fazê-las subir (cf. Ex 3,7-10). Ele não veio nem vive para fundar uma instituição, mas para reunir as pessoas dispersas. É o pastor bom e exemplar porque não se orienta por fanatismos exclusivistas, não se detém nas cercas ou muros religiosos, nacionais, étnicos ou de classe... “Tenho também outras ovelhas que não são deste curral. Também a elas devo conduzir. Elas ouvirão a minha voz e haver um só rebanho e um só pastor.”
Pedro e João demonstram que aprenderam do Mestre o que significa ser um pastor bom. Eles não dão as costas ao paralítico que depende de esmolas: voltam a ele o olhar e o convidam a caminhar com as próprias forças. Não se trata do poder de fazer milagres, mas da coragem de enfrentar a inércia do templo, que não faz mais que manter e reforçar a dependência e a inferioridade das pessoas. Por essa ousadia, os apóstolos acabam sendo presos, mas, assim que são libertados, continuam afirmando que é em nome de Jesus de Nazaré, daquele que as autoridades condenaram, que o paralítico foi curado.
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Em Jesus e nos seus discípulos temos o paradigma de todas as vocações. Precisamos sim pedir ao dono do campo que chame mais gente para seu trabalho, mas não esqueçamos de pedir também que eles sejam pastores e pastoras inspirados no Bom Pastor. Para que servem vocações que conhecem apenas dogmas e leis e ignoram as necessidades concretas do rebanho? Qual é o valor de um clero e de uma vida consagrada que matou o gérmen da profecia e se deixa seduzir pela carreira e pela comodidade, que se preocupa mais consigo mesmos que que as necessidades do rebanho?
Jesus Amigo, bom e belo pastor. Tu nos conheces, nos amas e nos chamas pelo nome para que sejamos parecidos contigo, filhos do teu coração, amigo dos teus amigos, continuadores da tua missão. Com a vida e com a Palavra, nos ensinas que onde há amor sem fronteiras também há vida sem limites. De ti aprendemos que, para viver plenamente, precisamos fazer-nos dom e identificar-nos com teu e nosso Pai. Faz de nossas famílias e comunidades eclesiais verdadeiras sementeiras de gente capaz de amar e servir como tu amas e serves, tratando os últimos da sociedade como primeiros do Reino. Assim seja! Amém!
Resultado de imagem para dia mundial de oração pelas vocaçoes Itacir Brassiani msf

quarta-feira, 18 de abril de 2018

DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES


Resultado de imagem para dia mundial das vocações 2018MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O 55º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
(22 de abril de 2018 - IV Domingo da Páscoa)

Tema: «Escutar, discernir, viver a chamada do Senhor»

Queridos irmãos e irmãs!
No próximo mês de outubro, vai realizar-se a XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que será dedicada aos jovens, particularmente à relação entre jovens, fé e vocação. Nessa ocasião, teremos oportunidade de aprofundar como, no centro da nossa vida, está a chamada à alegria que Deus nos dirige, constituindo isso mesmo «o projeto de Deus para os homens e mulheres de todos os tempos» (Sínodo dos Bispos – XV Assembleia Geral Ordinária, Os jovens, a fé e o discernimento vocacional, Introdução).
Trata-se duma boa notícia, cujo anúncio volta a ressoar com vigor no 55.º Dia Mundial de Oração pelas Vocações: não estamos submersos no acaso, nem à mercê duma série de eventos caóticos; pelo contrário, a nossa vida e a nossa presença no mundo são fruto duma vocação divina.
Também nestes nossos agitados tempos, o mistério da Encarnação lembra-nos que Deus não cessa jamais de vir ao nosso encontro: é Deus connosco, acompanha-nos ao longo das estradas por vezes poeirentas da nossa vida e, sabendo da nossa pungente nostalgia de amor e felicidade, chama-nos à alegria. Na diversidade e especificidade de cada vocação, pessoal e eclesial, trata-se de escutar, discernir e viver esta Palavra que nos chama do Alto e, ao mesmo tempo que nos permite pôr a render os nossos talentos, faz de nós também instrumentos de salvação no mundo e orienta-nos para a plenitude da felicidade.
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Estes três aspetos – escuta, discernimento e vida – servem de moldura também ao início da missão de Jesus: passados os quarenta dias de oração e luta no deserto, visita a sua sinagoga de Nazaré e, aqui, põe-Se à escuta da Palavra, discerne o conteúdo da missão que o Pai Lhe confia e anuncia que veio realizá-la «hoje» (cf. Lc 4, 16-21).
Escutar
A chamada do Senhor – fique claro desde já – não possui a evidência própria de uma das muitas coisas que podemos ouvir, ver ou tocar na nossa experiência diária. Deus vem de forma silenciosa e discreta, sem Se impor à nossa liberdade. Assim pode acontecer que a sua voz fique sufocada pelas muitas inquietações e solicitações que ocupam a nossa mente e o nosso coração.
Por isso, é preciso preparar-se para uma escuta profunda da sua Palavra e da vida, prestar atenção aos próprios detalhes do nosso dia-a-dia, aprender a ler os acontecimentos com os olhos da fé e manter-se aberto às surpresas do Espírito.
Não poderemos descobrir a chamada especial e pessoal que Deus pensou para nós, se ficarmos fechados em nós mesmos, nos nossos hábitos e na apatia de quem desperdiça a sua vida no círculo restrito do próprio eu, perdendo a oportunidade de sonhar em grande e tornar-se protagonista daquela história única e original que Deus quer escrever connosco.
Também Jesus foi chamado e enviado; por isso, precisou de Se recolher no silêncio, escutou e leu a Palavra na Sinagoga e, com a luz e a força do Espírito Santo, desvendou em plenitude o seu significado relativamente à sua própria pessoa e à história do povo de Israel.
Hoje este comportamento vai-se tornando cada vez mais difícil, imersos como estamos numa sociedade rumorosa, na abundância frenética de estímulos e informações que enchem a nossa jornada. À barafunda exterior, que às vezes domina as nossas cidades e bairros, corresponde frequentemente uma dispersão e confusão interior, que não nos permite parar, provar o gosto da contemplação, refletir com serenidade sobre os acontecimentos da nossa vida e realizar um profícuo discernimento, confiados no desígnio amoroso de Deus a nosso respeito.
Mas, como sabemos, o Reino de Deus vem sem fazer rumor nem chamar a atenção (cf. Lc 17, 21), e só é possível individuar os seus germes quando sabemos, como o profeta Elias, entrar nas profundezas do nosso espírito, deixando que este se abra ao sopro impercetível da brisa divina (cf. 1 Re 19, 11-13).
Resultado de imagem para dia mundial das vocações 2018Discernir
Na sinagoga de Nazaré, ao ler a passagem do profeta Isaías, Jesus discerne o conteúdo da missão para a qual foi enviado e apresenta-o aos que esperavam o Messias: «O Espírito do Senhor está sobre Mim; porque Me ungiu para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-Me a proclamar a libertação aos cativos e, aos cegos, a recuperação da vista; a mandar em liberdade os oprimidos, a proclamar o ano favorável da parte do Senhor» (Lc 4, 18-19).
De igual modo, cada um de nós só pode descobrir a sua própria vocação através do discernimento espiritual, um «processo pelo qual a pessoa, em diálogo com o Senhor e na escuta da voz do Espírito, chega a fazer as opções fundamentais, a começar pela do seu estado da vida» (Sínodo dos Bispos – XV Assembleia Geral Ordinária, Os jovens, a fé e o discernimento vocacional, II. 2).
Em particular, descobrimos que a vocação cristã tem sempre uma dimensão profética. Como nos atesta a Escritura, os profetas são enviados ao povo, em situações de grande precariedade material e de crise espiritual e moral, para lhe comunicar em nome de Deus palavras de conversão, esperança e consolação. Como um vento que levanta o pó, o profeta perturba a falsa tranquilidade da consciência que esqueceu a Palavra do Senhor, discerne os acontecimentos à luz da promessa de Deus e ajuda o povo a vislumbrar, nas trevas da história, os sinais duma aurora.
Também hoje temos grande necessidade do discernimento e da profecia, de superar as tentações da ideologia e do fatalismo e de descobrir, no relacionamento com o Senhor, os lugares, instrumentos e situações através dos quais Ele nos chama. Todo o cristão deveria poder desenvolver a capacidade de «ler por dentro» a vida e individuar onde e para quê o está a chamar o Senhor a fim de ser continuador da sua missão.
Resultado de imagem para dia mundial das vocações 2018Viver
Por último, Jesus anuncia a novidade da hora presente, que entusiasmará a muitos e endurecerá a outros: cumpriu-se o tempo, sendo Ele o Messias anunciado por Isaías, ungido para libertar os cativos, devolver a vista aos cegos e proclamar o amor misericordioso de Deus a toda a criatura. Precisamente «cumpriu-se hoje – afirma Jesus – esta passagem da Escritura que acabais de ouvir» (Lc 4, 20).
A alegria do Evangelho, que nos abre ao encontro com Deus e os irmãos, não pode esperar pelas nossas lentidões e preguiças; não nos toca, se ficarmos debruçados à janela, com a desculpa de continuar à espera dum tempo favorável; nem se cumpre para nós, se hoje mesmo não abraçarmos o risco duma escolha. A vocação é hoje! A missão cristã é para o momento presente! E cada um de nós é chamado – à vida laical no matrimónio, à vida sacerdotal no ministério ordenado, ou à vida de especial consagração – para se tornar testemunha do Senhor, aqui e agora.
Realmente este «hoje» proclamado por Jesus assegura-nos que Deus continua a «descer» para salvar esta nossa humanidade e fazer-nos participantes da sua missão. O Senhor continua ainda a chamar para viver com Ele e segui-Lo numa particular relação de proximidade ao seu serviço direto. E, se fizer intuir que nos chama a consagrar-nos totalmente ao seu Reino, não devemos ter medo. É belo – e uma graça grande – estar inteiramente e para sempre consagrados a Deus e ao serviço dos irmãos!
O Senhor continua hoje a chamar para O seguir. Não temos de esperar que sejamos perfeitos para dar como resposta o nosso generoso «eis-me aqui», nem assustar-nos com as nossas limitações e pecados, mas acolher a voz do Senhor com coração aberto. Escutá-la, discernir a nossa missão pessoal na Igreja e no mundo e, finalmente, vivê-la no «hoje» que Deus nos concede.
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Maria Santíssima, a jovem menina de periferia que escutou, acolheu e viveu a Palavra de Deus feita carne, nos guarde e sempre acompanhe no nosso caminho.
Vaticano, 3 de dezembro - I domingo do Advento – de 2017.
Franciscus

sábado, 14 de abril de 2018

3º DOMINGO DA PÁSCOA


Image result for 3 domingo da pascoa b"Testemunhas"

Nesse tempo de Páscoa, a liturgia nos apresenta
as primeiras aparições de Cristo ressuscitado aos apóstolos, que tinham a missão de continuar a sua obra salvadora iniciada por Cristo.
- Eles continuam tendo muitas dúvidas.
- Cristo vai ao encontro deles, para fortalecer a fé deles profundamente abalada.

No Evangelho o Ressuscitado aparece à Comunidade e a convoca para ser sua Testemunha. (Lc 24,35-48)

Cristo está vivo e continua a ser o CENTRO da Comunidade.
- Jesus toma a iniciativa: aparece aos apóstolos, desejando-lhes a "Paz": "A Paz esteja convosco"
- A Reação dos apóstolos: ficam apavorados pensando ser "um fantasma"

Image result for APARIÇÃO DE JESUS AOS DISCIPULOS- Jesus apresenta PROVAS de sua identidade:
                - Físicas: mostra os pés e as mãos… come com eles…
                - Bíblicas: Abre as inteligências para compreenderem as Escrituras:
                                 Jesus devia padecer e ressuscitar…

- Aponta a MISSÃO: "Vós sereis minhas testemunhas"
  Ser testemunha é conhecer, viver e anunciar a mensagem de amor,que Cristo trouxe. Cristo continuará vivo na Igreja, através deles.

Assim na 1a Leitura, vemos São Pedro, cumprindo essa Missão:

- ANUNCIANDO com coragem o Cristo Ressuscitado diante do povo:
  "O Cristo, que vós matastes, Deus o ressuscitou dos mortos.
   E disso nós somos testemunhas..."

- E AGINDO: provando com sinais... que Jesus ainda estava vivo.
  Cura o coxo na porta do Templo em nome de Jesus. (At 3,13-15.17-19)

Image result for APARIÇÃO DE JESUS AOS DISCIPULOS* Pedro testemunha Jesus com palavras e gestos e faz um apelo
   ao arrependimento e à conversão, para o perdão dos pecados.

E na 2a Leitura, João nos lembra que devemos testemunhar,

- VIVENDO o que se conhece e se anuncia:
  "Quem diz conhecer o Senhor e não vive a sua mensagem
   é mentiroso e a verdade não está nele...”  (1Jo 2,1-5)

* É um forte apelo à coerência entre Fé e Vida..
   É com a vida que demonstramos "conhecer" Deus.
   Se pecarmos, Jesus é o nosso intercessor junto do Pai...

+ No Evangelho, a Ressurreição de Jesus aparece como um FATO REAL,
mas assim mesmo os apóstolos não conseguiam acreditar facilmente.
O caminho foi longo, difícil, penoso, carregado de dúvidas e incertezas.
* O caminho espiritual para chegar à fé continua o mesmo.
Como os apóstolos, também nós podemos "ver" Cristo ressuscitado,
no meio de muitas dúvidas, incertezas e medos.
Quando nos reunimos em comunidade, ele está sempre entre nós.
Aos poucos os nossos olhos vão se abrindo e nós vamos descobrindo que,
quem morre com ele, com ele entra na plenitude da vida de Deus.

+ ELEMENTOS IMPORTANTES, que o texto nos apresenta:

Image result for APARIÇÃO DE JESUS AOS DISCIPULOS1. Os discípulos descobriram a presença de Jesus, vivo e ressuscitado, no meio da sua COMUNIDADE.
Cristo continua a ser o centro, onde a comunidade se constrói e se articula.

2. Esse Jesus ressuscitado é o filho de Deus, que reentrou no mundo de Deus, mas NÃO DESAPARECEU da nossa vida, nem da vida da Comunidade.

3. AS DÚVIDAS dos discípulos mostram a dificuldade
que eles sentiram em percorrer o caminho da fé,
até o encontro pessoal com o Senhor ressuscitado.
Foi uma longa caminhada de amadurecimento da própria fé.

4. O gesto de TOCAR E COMER nos ensina que o encontro
dos discípulos com Jesus ressuscitado foi um FATO REAL e palpável.

5. O Ressuscitado revela o sentido profundo das ESCRITURAS.
A comunidade deve reunir-se com Jesus ressuscitado
para escutar a Palavra, que sempre ilumina a nossa vida e
nos ajuda a descobrir os caminhos de Deus na história..

6. Os discípulos recebem a MISSÃO de serem testemunhas de tudo isso...

Image result for APARIÇÃO DE JESUS AOS DISCIPULOS* A raiz da Missão é o Encontro com o Ressuscitado e
   a compreensão das Escrituras.
   Viver e anunciar essa novidade é a missão da comunidade eclesial,
   que vive do amor e da presença do Senhor em seu meio.

+ Cristo continua precisando ainda hoje de testemunhas…

E nós somos chamados a ser testemunhas da presença do Ressuscitado,
através de nossas Palavras e Ações.

* Até que ponto, somos TESTEMUNHAS de Cristo:
   conhecendo… vivendo… e anunciando… essa mensagem?

Não adianta proclamar que Jesus ressuscitou e
Image result for APARIÇÃO DE JESUS AOS DISCIPULOSnão viver o projeto do Reino que ele anunciou e viveu.

Cristo ainda hoje continua nos lembrando:
"Vocês também devem ser minhas testemunhas..."

O que pretendemos testemunhar nesta semana? 

                                       Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa

 Buscando Novas águas